A árvore como símbolo da “Grande mãe"

September 7, 2017

 

Hoje iniciamos uma série de conversas #CONEXÕES – PAIS &FILHOS#.

 

Já que vamos começar a falar de filhos e tudo o que circunda esse assunto, precisamos começar do início, de onde tudo começa.

 

Quando pensamos na palavra mãe, logo a nossa cabeça pensa em nossa mãe, nosso coração e nossos pensamentos se enchem de significados e lembranças sobre o que nos faz lembrar essa palavra.

 

Uma palavra tão pequena, mas tão cheia de significados!

 

Carl Jung(famoso médico e psicanalista), em sua teoria descorre sobre o Arquétipo. Mas o que é um Arquétipo?

 

De uma maneira bem simplista e objetiva, um arquétipo é um conjunto de comportamentos, valores, experiências e atitudes que são passadas de geração para geração. No caso do Jung,  diz que temos um inconsciente coletivo, uma espécie de inconsciente onde todos os seres humanos compartilhamos nossas vivências desde que mundo é mundo. É como se fosse um HD gigante onde ficam armazenadas as informações sobre nossas vidas.

 

Quando ele traz a idéia de Arquétipo, fala também que temos vários padrões para determinado assunto, como por exemplo o Arquétipo Matriarcal.

 

O Arquetipo da grande mãe vem recheado de muitas semelhanças, padrões de comportamentos que sempre que pensamos em “Mãe”, serão acionados em nosso inconsciente,

 

Assim como fizemos no início do texto, quando você pensa na palavra mãe, logo pensa coisas como: afeto, carinho, colo, nutrição, referência, cuidados, ensinamentos, gerar, aconselhamento e por ai vai. Mas como todo Arquétipo não tem só o seu lado bom, aliás, Jung diz que tudo tem sua polaridade, tudo tem o seu lado negativo e o seu lado positivo.

 

E quando pensamos no Arquétipo da grande mãe, também lembramos dos momentos que essa mãe precisa repreender, frustrar, corrigir, nos tornar independentes, cortar o cordão umbilical, etc.

 

Mas e a árvore? O que ela tem com isso?

 

A árvore vem como representação desse arquétipo. Em seu simbolismo, a árvore se assemelha muito com  o feminino e com a maternidade. Tem raízes que permitem que ela se alimente da terra, que não deixa a sua ancestralidade de lado, carrega dentro de si toda a sua carga genética, ela também cresce e precisa estar madura para gerar, dar frutos e depois deixá-los irem para o mundo, ela também cresce estende seus galhos que podem ser os seus filhos ou os seus laços familiares, é frondosa, abriga outros animais, acolhe, nutri, oferece a sua sombra aos que precisam, enfrenta sol, chuva, tempestade, enverga, mas se mantém firme. Esses são algumas analogias que eu fiz, mas poderíamos ficar aqui falando de muitas outras.

 

De uns tempos para cá, vinha me encantando cada vez mais com as imagens das árvores e pensei até em fazer uma tatuagem depois que virei mãe e tive meus filhos. Só na Arteterapia que fui descobrir o seu simbolismo e porque ela tinha a ver com o meu propósito de vida. Quando escolhi a psicologia, queria era justamente acolher aqueles que necessitavam e me encontrei no  trabalho com pais e seus filhos.

E você o que pensa quando, escuta a palavra Mãe?

 

Coloca aí nos comentários o que você pensou.

 

Gostou do texto, acha que pode ajudar alguém, comente ou compartilhe com quem você quiser.

 

Toda quinta- feira um texto da série #CONEXÕES PAIS&FILHOS#

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