#História de Conexão - Mamãe Aline, Papai Daniel e Laura


A história de hoje vem recheada de emoção! Quem nunca passou por esse momento d adaptação escolar e não chorou ou não sofre, levanta a mão.

Olá mamães!

Hoje estou aqui para dar meu depoimento sobre a 1ª semana de escolinha da minha filha única Laura.

Ela tem 2 anos e 7 meses de idade.

Mas antes de começar, preciso fazer um resumo rápido meu e da minha filha.

Tenho 39 anos, casada há 11 anos e minha carreira profissional está toda na área Comercial.

Meu sonho desde que casei era já começar a ter filhos, queria pelo menos uns 3.

Mas a vida, outras prioridades, a idade avançando... Foi mudando os planos.

O fato que fui mãe somente na minha segunda gravidez aos 37 anos de idade, pois infelizmente nós perdemos nosso 1º bebê no meu 3º mês de gestação.

Então... Nossa Laura veio cheia de saúde e me ensinando a ser mãe!!!

Eu no meu ponto de vista, desde que ela nasceu, tento fazer o melhor pra ela em tudo dentro das minhas possibilidades.

Ela na maior parte do tempo é uma criança calma, compreensiva, amorosa e fica nervosa as vezes perante a clássica palavra NÃO e qual criança não fica?

Pois bem.

Eu e meu marido vínhamos amadurecendo a ideia de coloca-la na escolinha, pois mesmo morando em casa térrea, dificilmente ela tem crianças da idade dela para brincar.

Tem também o problema que tenho com ela por não querer comer.

Ela aos 6 meses iniciou a alimentação sólida, mas com 1 ano de idade não tinha quem a fizesse comer.

Desde então, tudo já foi tentado para ela comer, sua alimentação é somente mamar na mamadeira (Mucilon + Fortini)

Então ir para a escolinha me ajudaria muito, pois sei que com a rotina das crianças irem comer na hora do lanchinho, mais cedo ou mais tarde será algo resolvido em nossas vidas.

Mas a nossa decisão em manda-la pra escolinha ficou mais sólida, com nossos poucos 8 dias que passamos na pequena cidade onde nasceu meu marido para festa de virada de ano.

Todos os dias uma atividade diferente.

Muitas crianças para brincar, piscina, diversão, brincadeiras...

Ao voltar para casa, ela quase me enlouqueceu, rs!

Queria tudo do jeito que estava e quanto mais o tempo passa, mais energia a criança tem para brincar.

A escolinha eu já sabia qual eu queria que ela ficasse, pois passei 6 meses pesquisando, então logo na 1º semana de Janeiro fiz a matrícula dela.

Seu primeiro dia de aula só começaria dia 30/01/18, falei pouco sobre a escolinha para ela, para não gerar ansiedade.

Comprei tudo o que ela precisava, todo o material e trocas de uniformes.

Dia 26/01 teve Reunião de Pais e Professoras para todos se conhecerem melhor.

Lá conheci a Professora que cuida da classe onde a Laura esta.

Achei ela muito atenciosa, pois depois da aula conversei um pouco mais com ela sobre o desfralde que estou tentando fazer com a Laura sem muito sucesso, sobre quando ela quer pedir água ela fala em "Laurês" a palavra "ácum mácum", sobre seu problema de não querer comer e também sobre ela soltar algumas palavras em inglês, pois meu marido só fala em inglês com ela desde quando estava em minha barriga, então, ela conversa somente em inglês com o pai e com todas as outras pessoas somente o português, ela aperta novamente sua "tecla sap" e conversa normalmente, porém, ela pensa que todos sabem o que ela sabe, mas não é bem assim e pedi para a professora não corrigi-la quando falar alguma palavra em Inglês.

Enfim... Dia 30/01 chegou.

Nunca fiquei tão nervosa como na véspera e no dia em que se aproximava o horário de leva-la à Escolinha.

Tudo isso que relatei acima para vocês é o que ficava em minha cabeça.

Será que ela será bem acolhida???

E quando ela precisar de ajuda e começar a gritar:

"Heeeeeeeeeeelp, heeeeeeeeeeelp"

Será que vão rir dela?

É muito engraçadinho, eu sei disso, mas ela fica muito nervosa quando ela faz ou fala algo engraçado para nós e começamos a rir.

Como será daqui pra frente?

Os conselhos que vi no vídeo da Deborah falando sobre o primeiro dia de aula dos filhos, me ajudou muito.

Guardei cada palavra.

Então no 1º dia ela ficou muito feliz e curiosa com tudo, mas quando eu e minha mãe nos despedimos dela, ela fez um olhar perdido e um pouco apreensivo e não respondia ao nosso tchau.

Fiquei com meu coração apertado e ao chegar em casa mãe e vó ficaram chorando com aquela impressão de ter abandonado ela confusa.

Ela fica só no período da tarde, mas mesmo assim as horas não passam.

Ao busca-la, ela abriu os braços pra nós muito feliz e contando as novidades.

Não da para saber muita coisa, pois criança pequena assim, ainda não sabe contar como foi o seu dia, mas tudo o que eu escutei dela, me deixou muito feliz.

No 2º dia ao chegar a escola, abraçou minhas pernas e não queria mais soltar.

Dei muitos beijos nela e disse a mesma coisa que falo todos os dias:

"A mamãe ta deixando a Laura para brincar com as crianças e as tias e mais tarde a mamãe vem te buscar, eu te amo!"

Eu saí e ela continuou chorando, mas foi distraída rapidamente pelas tias e tudo ficou bem, pois permaneci do lado de fora da escola escutando se ela parava de chorar e assim foi feito.

Na saída da Escolinha era só felicidade, contando do jeito dela o que tinha feito na Escola.

E repetindo:

"A Laura tá muito feliz na Escolinha"

Porém, no 3º dia, começou a choramingar que não queria ir pra Escolinha já dentro de casa, deixou colocar o uniforme, viu pegar sua mochila e lancheira e foi andando e reclamando sem se jogar no chão ou tentar qualquer impedimento para a saída.

Lá a cena do dia anterior se repetiu e também novamente na saída ela estava toda feliz contando da Escolinha.

Minha impressão particular dessa primeira semana é sobre o período de adaptação para mim e para ela.

Estou no momento sem trabalhar e esta sendo muito difícil essas horas em casa sem ela.

Já me peguei andando feito barata tonta pela casa ou até mesmo em pé paralisada sem saber o que fazer.

A Deborah disse no vídeo que citei acima, para não esquecer os motivos que te fez escolher aquela Escola e também falando agora no meu caso, o que me fez leva-la para a Escolinha.

Meus pais moram comigo e eram eles que cuidavam dela quando eu estava trabalhando, ela poderia continuar em casa, mas estava reparando o tamanho da "solidão" de crianças ela estava sentindo.

Ela também ficou tão tímida que ficou muito anti social com as visitas.

Por mais que eu me sinta as vezes culpada, eu não quero me esquecer dos motivos que me fez tomar a decisão de coloca-la na Escolinha.

E sobre a alimentação, esta tento progressos, graças a Deus!!!!

Me desculpa mamães, virou um textão, mas consegui resumir ao máximo.

Beijo à todas!!!!!

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