Você tem rede de Apoio?

Olá Mamães e Papais,

Hoje é dia de #ConexõesPaiseFilhos e quero trazer um assunto que já foi muito explorado, mas nem sempre consegue colocar em prática ou não sabe como se organizar para receber a ajuda.

O assunto hoje é Rede de Apoio.

Você tem uma rede de apoio? Você consegue usá-la?

Muitas mães até sabem o que é, mas nem todas conseguem ter uma rede efetiva e que possam de fato ser usadas como um “apoio”.

Bom, para quem ainda não sabe rede de apoio, como o próprio no me diz, é todo o apoio que você pode ter na ajuda e no dia a dia com o seu filho. A rede de apoio pode ser desde contar com o pai ficar com a criança por um tempo para a mãe ir ao cabelereiro, por exemplo, até a escola ou uma babá.

Em primeiro lugar, a mãe precisa sentir a necessidade de fazer coisas que não englobam somente o seu papel de mãe. No início do pós-parto a mãe ainda está muito envolvida com o bebê e muitas questões emocionais entram em jogo nessa hora. Algumas mães não conseguem nem mesmo delegar ou dividir algumas tarefas com o pai ou com a avó. E isso é muito normal! O vínculo mãe e bebê ainda está muito forte.

Com o passar do tempo, a adaptação da mãe com a rotina e a presença daquele novo serzinho dentro de casa, as coisas começam a entrar nos eixos e a mãe começa a sentir a vontade de fazer outras coisas que não sejam só coisas relacionadas ao seu papel de mãe.

Outras prioridades começam a surgir e aí se faz muito necessário ter ou desenvolver uma rede de apoio.

Para se ter uma rede de apoio é importante a mãe estabelecer quais prioridades entrarão na sua rotina. Seja voltar a trabalhar, sair com as amigas uma vez por semana, cuidar de si, ler um livro, fazer um exercício, etc.

Depois que a mãe se organiza nas suas outras prioridades, quando isso vai acontecer e qual a frequência, é hora de pensar com quem ela poderá contar para ficar com a criança durante esse tempo para que ela possa realizar as suas atividades.

Aí, como eu disse, você pode contar com o pai, amigos, familiares, vizinhos, escola, creche, babá, enfim, perceber quais são as suas possibilidades à sua volta.

O problema é que pode não ser tão fácil assim para algumas mães, pois nesta hora outros fatores emocionais podem atrapalhar a efetividade da rede de apoio. Muitas mães se deparam com a culpa de deixar a criança com outras pessoas, se deparam com a sensação da separação e com a insegurança de deixar o filho com alguém que não irá cuidar do filho da mesma maneira que ela. Mas essas serão conversas que teremos nas próximas vezes.

Por enquanto quero saber se vocês tem rede de apoio e qual é sua experiência com ela?

Conta para gente!

Um grande beijo e até a próxima

Deborah Garcia - Psicóloga

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